Com Januária o Mestre Aires teve tres filhos:
Cláudio de Mendonça (1888-1954),
mestre dactiloscopista que veio para o Rio de Janeiro, trabalhou com
Félix Pacheco e foi casado com Nair da Glória Pinheiro Falcão.
Antonio Ayres de Mendonça,
nascido em Goiás e falecido em 1977 no Rio de Janeiro, foi Almirante
médico, participou da missão médica da marinha brasileira na
primeira guerra mundial, servindo em Paris, foi diretor do serviço
de identificação da Marinha em 1946, Diretor do Sanatorio Naval de
Nova Friburgo e Diretor Geral de Saúde da Marinha. Foi casado com
Helena de Medeiros Albuquerque, falecida no Rio de Janeiro em
1957, professora primária, filha de
José
Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque (conselheiro do Império) e de Maria Carolina Ribeiro de
Medeiros. Helena era irmã de José Joaquim de Campos de
Medeiros e Albuquerque (filho) e (autor da letra do Hino da
República) e de Mauricio de Medeiros, ambos, membros da
Academia Brasileira de Letras. Viveu na rua Medeiros Passos na Usina
da Tijuca. Depois do falecimento de Helena, Antonio mudou-se para o
Castelo para um apartamento. Tinha uma casa em São Gonçalo,
adquirida ainda antes da construção da ponte Rio-Niterói. Casou-se
com Catarina ...
Maria
Úrsula de Mendonça
“Benzinho” (nasceu
em Goiás e faleceu em 1962 no Rio de Janeiro) funcionária do
Instituto Félix Pacheco, foi casada com Paulo Bremen. Morou
na Rua Evaristo da Veiga.
Mestre Aires mudou-se para o Rio de Janeiro por volta de 1920 com
Januária e as filhas Inocência e Maria Ursula, trazidos por Icarahy
da Silveira, engenheiro, amigo da família. Foram morar na Rua barão
de Ipanema 101. Para ficar mais próximo dos filhos e netos mudaram
para o largo da Segunda Feira, onde Maria Úrsula casou e onde todo
domingo recebia a visita dos filhos e netos. Faleceu em 1926 no Rio
de Janeiro. Januária ainda morou na avenida Mem de Sá com Gomes
Freire e depois ficou em uma pensão para senhoras até seu
falecimento em 1938.
Januária
Ramos Jubé,
oriunda também de Goiás, cuja família se formou juntamente com a
história da cidade, tem entre seus parentes próximos:Joaquim
Rufino Ramos Jubé,
foi Presidente do Senado de Goiás em 1912, 1913, 1915, e
Vice-presidente em 1924 e 1929. Os desembargadores de Goiás:
Jairo domingos Ramos Jubé e Antonio Diuruvê Ramos Jubé.